Monday, June 30, 2008
KOL @ Glaston
Até ver os vídeos do Kings of Leon no Glastonbury e ter certeza que foi o melhor show de 2008. O que eu mais queria ver.
Obrigada Sra. Followill por pôr esses meninos no mundo.
Wednesday, June 25, 2008
Staying in the Way of Control
Há 5 meses minha vida está mais louca que o normal.
Entre mudança de estado civil, de casa e de emprego, MUITA coisa nova. Pessoas (demais), lugares, horários, acontecimentos, CDs, revistas, livros, festas, shows, idéias e viagens, muitas viagens.
E uma sensação de que essa era a hora de fazer tudo o que eu queria. E eu fiz , sem pensar muito em nada.
E pra caber tudo na minha vida, não dava tempo de dormir. E eu não sabia que hora meu cérebro ía conseguir acordar no dia seguinte. Quem dirá ir na academia, médico, ou fazer qualquer outra coisa cotidiana assim.
Acho que foi um pouco de deslumbre adolescente descontrol. Mas faz parte.
Voltei pra São Paulo essa semana e fiquei perdida. Senti que precisava voltar pra minha rotina. Mas a Thais falou “mas você não tem mais rotina Fê. Nem sono você tem mais.”
Lembrei que a rotina foi o que mais gostei de ver nas viagens que fiz por aí.
Na Califórnia era uma delícia ver todas as manhãs os carros estacionados na beira da estrada enquanto os meninos trocavam de roupa pra cair no mar com suas pranchas.
Em Barcelona, os head bangers se reuniam religiosamente toda tarde na frente do nosso hotel, numas lojinhas de CDs de metal, e ficavam lá, na rua, conversando.
Na Riviera Francesa, os aposentados jogam bocha toda tarde. É sério, competição pra valer. E eu podia ficar horas assistindo.
Talvez eu resolva jantar todas as 4as feiras com a minha mãe. Ou me discipline a correr toda manhã (aham) . Ou comece assistir Lost.
Mas acho que agora eu quero achar meu jogo de bocha.
Tuesday, June 03, 2008
Primavera Sound 08
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Vamos começar pelo fim. 5h da madrugada de domingo 1o. de junho. Chuva torrencial. Multidão pulando enlouquecida e encharcada concentrada em um único palco, cantando Black Sabath.
Para chegar até lá, o Festival Primavera Sound 2008 realizado no espetacular Parc Del Forum na cidade de Barcelona teve três dias, cinco palcos e um auditório e mais de 100 bandas e djs que foram de Public Enemy a Tindersticks.
Até 2005 o festival acontecia no famoso Monte de Montjuic. Mas por protestos da populacao e pressão da prefeitura que precisava trazer eventos para a super estrutura do Parc del Forum, o Primavera Sound – esse ano agregando o nome do seu maior patrocinador a cerveja Estrella Damm- foi transferido para lá.
O Forum é impressionante. Ele fica na praia e tem a arquitetura grandiosa moderna típica das obras novas de Barcelona. São super estruturas de cimento abertas – se chovesse, ia complicar- praticamente em cima da areia. Dos 5 palcos existentes- Rockdelux, o principal, Jageimester, ATP, Estrella Damm e CD Drome, os dois primeiros tinham o marzão azul bem atrás.

DAY 1- quinta, 29/05- Sol, hip hop e Portishead
Nada como comecar o Primavera Sound com um showzinho light. Eu já tinha visto MGMT há pouco tempo e queria tirar a prova de como os meninos de NY funcionariam em outro continente.
Eles foram anunciados por uma criança, que parecia um clone de Andrew VanWyngarden, com direito a caixinhos loiros e faixa hipponga na cabeça. A banda entrou no palco principal para uma platéia ainda um pouco vazia, as 19h30. Todos com seus wayfarers coloridos e Andrew VanWyngarden com sua tunica psicodélica aberta no peito.
O início foi morno. O show foi melhorando a partir de Eletric Feel, acompanhando proporcionalmente a popularidade dos hits.
Andrew VanWyngarden brincou algumas vezes com o Vampire Weekend- em uma entrevista recente quando perguntados sobre quem merece um “bad karma”, a dupla MGMT respondeu “Vampire Weekend”. Andrew disse, com sarcasmo, que não devíamos acreditar no que lemos e depois dançou com uma faixa que tinha a pergunta fatidica de um lado e o nome Vampire Weekend de outro.
Ben, que havia passado o show inteiro de costas para o resto da banda só se uniu a Andrew em Kids, que foi a última e melhor do show. Andrew não desceu para a galera como faz normalmente mas chamou o “kid” que havia anunciado a banda para dançar com eles no palco. Nesse final a gente sentiu que o MGMT sabe relaxar e divertir. Pena que eles só tem feito isso em alguns momentos.
Eles foram seguidos no mesmo palco pelos alemåes do Notwist, que faziam um hard rock com baixo pesado, e conversavam simpáticos em espanhol fluente com a plateia.
No Palco Jagermeister, o mais impressionante do festival por ficar descendo uma escadaria, bem EM CIMA do mar, os 4 meninos de L.A do Health assustavam qualquer desavisado que passasse por ali. O rock deles é muito mais experimental e pesado ao vivo. Quem só tinha ouvido o remix de Crystal Castles para Crimewave nunca reconheceria a original ao vivo. O vocalista alternava na mesma música uma voz suave e gritos infernais enquanto os outros 3 integrantes faziam uma performance caótica. Engraçado que o slogan do Jagermeister escrito nos banners ao lado do palco em que o Health tocava era “Release the Beast”.
Flavor Flav, Chuck D e seu Bomb Squad tocaram o legendario It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back para uma plateia principalmente de trintões que conheciam todas as letras do Public Enemy.
A voz do Chuck D continua tão igual, que no começo do show parecia um Play Back.
Esse era um dos shows mais esperados por mim. Mesmo sentindo que passou o tempo da violência (no bom sentido) de uma apresentaçao ao vivo do Public e que alguns ícones- como as coreografias- ficaram um pouco caricatas, os caras ainda tem força. E as músicas fazem total sentido. O show terminou com Flavor Flav pedindo para que a gente levantasse os pulsos “to fight the power, for the peace”. E todo mundo obedeceu.
Portishead.
Beth Gibbons praticamente imóvel grudada em seu microfone hipnotizou completamente a plateia, em um show lindo muito parecido com o do Coachella no mês passado. A emoção em cada música, o clima denso, as imagens PB distorcidas no telão eram as mesmas. Mas em um espaço e com um público menor, o que nos deixava ficar mais perto do palco, o show ficou ainda mais arrepiante, do começo ao fim.
Lembrei de uma entrevista recente da banda em alguma revista gringa onde eles diziam que enquanto a maior parte das músicas funciona como um tipo de escapismo, o som do Portishead vem muitas vezes de angustias e por isso pode causar o mesmo sentimento em quem ouve.
Participacao rapida de Chuck D em “Machine Gun”. Engraçado como até ele nesse “clima Portishead” parecia outra pessoa.
E o hiphop voltou pro palco Rockdelux com De La Soul, super aclamado tanto por Public Enemy como por Portishead. Eles entraram no palco bem humoradíssimos. Até deram uma exagerada nas brincadeiras com a plateia. Do tipo “qual lado é mais hip hop, o pessoal do lado direito ou esquerdo?”. Mas humor a parte, os caras estão em forma, e colocaram todo mundo pra dançar, especialmente com a clássica e deliciosa Saturday.
Quando a super programação do palco Rockdelux acabou, conseguimos ir ver Vampire Weekend. Os meninos com cara de “college boys” fizeram uma apresentação simples, sem grandes pretensões. E ótima. A platéia (de fãs) ouviu todos os hits feliz.

As 3h45 da madruga, antes de ir embora, conseguimos ver Midnight Juggernauts no meio da fumaça/gelo seco que saía do palco comandar a mistura de electro e rock (mais esse do que aquele) para uma turma de pouquíssima gente sóbria e sem um copo na mão.
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Day 2 – 30/5- Volta de Sonics, Devo e a diva Cat Power
Chegamos a tempo de um finalzinho de Cribs, animado. Ao mesmo tempo que The Mary Onettes tocava seus pop rocks no palco Jagermeister (o em cima do mar- o que já dava uma vantagem para eles).

Bishop Allen podiam ser meus ou seus vizinhos. Eles aparentam estar no palco sem máscara ou ego. Estavam se divertindo tocando baladinhas pop como Click Click Click para um público bem fã.
Os tios do Devo começavam o show com seu clássico uniforme amarelo e laranja enquanto No Age fazia uma barulheira boa lá em baixo.
Depois passei novamente pelo Devo e todas as caixas de som pifaram. Como naquele momento eles (ou alguém) estavam vestidos de bichinhos de pelúcia, dava até pra ficar na dúvida se a falta de som não foi alguma graça proposital.
Procurando o show do Sebadoh, fui parar meio sem querer no palco ATP, o mais afastado e escuro do festival, o que por si só já criava um clima. Autolux tocando. Quando ouvi as guitarras distorcidas e a voz suave da baterista Carla Azar, não consegui sair mais dali. Eu nunca entendi bem termos como Space Rock. Mas o clima do show me fez captar um pouco do que deve ser esse “space”.
Cat Power subiu no palco pontual e discretamente, sem que ninguém a anunciasse e quando ainda nem estávamos a esperando.
A diva desencanada- calça black jeans, camisa, sapato branco e rabo de cavalo- com um quê de louca fez uma das apresentações mais fortes e sinceras do Primavera. A mulher ocupa o palco todo, com suas interpretaçoes surpreendentes (New York e The Greatest entre as melhores), dancinhas estranhas, voz divina e a intimidade que mostra ter com sua banda e com o público. Quando Cat Power canta na sua frente, a impressão é que ela está olhando no seu olho, e quer que você entenda a loucura dela.
Pra quem queria ver a volta dos sessentões e não esperava nenhuma surpresa, The Sonics foi emocionante, com todos os hits bem tocados. O baterista, na estica, de colete e chapéu, mostrava uma especial disposição para sua visível avançada idade. A gente até ficava um pouco preocupada com o cara. Bacana ouvir eles falando que quando começaram, um dos objetivos da banda sempre foi fazer Little Richards orgulhoso. Certeza que ele ainda está.
Fuck Buttons, com som pesado e perfeito na ATP agitou a primeira balada da noite de sexta no Primavera.
Só perdeu para The Go! Team que lotou o palco Estrella Damm e arredores. Mandaram “Grip it like a Vice” logo no início e mantiveram o ritmo de festa em um show de um pouco mais de uma hora, com a vocalista Ninja dançando loucamente.
A principal atração catalã do festival entrou as 3h15 da madrugada de sábado para domingo. El Guincho tocou e cantou entre 2 telões colocados no palco, que mostravam animações psicodélicas e imagens de pessoas dançando. Seu som é mais eletrônico ao vivo, mas o show dele, um tanto linear, não conseguiu me manter interessada por muito tempo.
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Day 3- 30/5- Chuva, Black Sabath e delírio coletivo
Nos poupamos um pouco dos shows do dia e chegamos na última noite do Primavera mais tarde.
Senti um certo arrependimento por não ter visto Young Marble Giants- os ingleses preferidos de Kurt Cobain- que depois de anos parados tocaram no auditório.
Mas eu sabia que essa era um noite de escolhas e queria estar inteira para o último show.
A ventania fria das noites anteriores deu uma trégua e no show pauleira do Dinosaur Jr tinham até alguns meninos animados sem camisa. Entre músicas antigas e algumas novas do último Cd, um ponto alto para mim foi “Been there all the time”.
Saímos de lá e chegamos no Alan Braxe quando ele puxava palmas da platéia e tocava sua sequencia de house mais pops, como seu remix do Tiga.
Tinderstick soltou o vozeirão grave no palco principal, para uma turma que ocupou as arquibancadas para assistir sua apresentação calminha.
Era hora do Animal Collective, que eu já tinha visto mas tem uma certa fama de fazer cada show completamete diferente do outro. Com lanternas na cabeça, tocaram primeiro as músicas mais lentas que fizeram a primeira parte do show “viajandão”. Mas ele foi ficando mais acelerado e eletrônico do meio para o final, aquecendo a turma para o que viria em seguida.
A impressão que tive é que quase todas as 19.000 pessoas presentes no Forum no domingo a noite estavam ali, iluminadas pelo show de luzes do palco na frente do Simian Mobile Disco. Difîcil dizer se é realmente o “melhor live do mundo”, até porque eles tiveram problemas com os instrumentos e fizeram um DJ set, mas com certeza foi um dos melhores momentos do festival, se não o melhor.
A sequência de hits foi infalível, de It’s the Beat, a Ready for the Floor e Hustler. Um coelho de pelúcia invadia o palco de tempos e tempos e dançava insandecido com a multidão (boatos rolaram que era o vocalista do Les Savy Fav). Quando a chuva começou, a gente – e todo mundo- tentou fingir que dava pra continuar ali. Mas o Simian já estava tocando há quase duas horas e o festival estava acabando. E acabou assim, com a gente encharcado e feliz, dancando a última que eles bem escolheram, War Pigs, e batendo cabeça.
Tuesday, May 27, 2008
alegria, alegria
As noticias boas que os ultimos dias trouxeram:
***Primavera Sound
A Fe ta em Barcelona e de la vai contar tu-di-nho sobre o festival mais bacana do verao espanhol (olha a pressao, dona Fernanda, hehe). Fiz um pedido especial, que ela assista Bon Iver, uma das minhas bandas favoritas dos ultimos tempos. Vamos aguardar =)
Obs: o site oficial me deixou com vontade de aprender catalao, chique!
***Alberto esta de volta!

(ainda) Nao tive a chance de baixar nem uma (!) faixa do Como Te Llama, album novo do Albert Hammond Jr, mas escutei a lindinha "GfC" aqui . Os blogs linkados no Hype Machine ja estao reclamando. Eles ate gostam do que ja escutaram, mas acham que com o Albert ocupado com a propria turne e entrevistas, o novo Strokes nao vai engatar nunca. Mas eu escutei por ai que Julian & co. ja estao em estudio, entao muita calma pessoal.
***BK Baby
Quem me conhece sabe. Cresci ouvindo Radish e depois, Ben Kweller solo. Dispenso opinioes, o cara e meu idolo, sempre vai ser. Mas ca entre nos, nao me apaixonei loucamente pelo ultimo dele, o self-titled Ben Kweller - com excecao de duas ou tres faixas. Mas, como toda fa, eu tambem justifico o fato com o que se passava na vida dele na epoca (hehe, fa e fa). Acredito que ele esteja numa fase bem bacana agora e to contando cada minuto pro lancamento de Changing Horses. O album esta sendo todo gravado no Texas, e aposto muito na influencia southern na musica dele. Achei esse video no YouTube, a qualidade nao e das melhores mas prestando atencao da pra sentir o que vem pela frente.
***Tickets
Quem tem verao o ano inteiro tem festa o ano inteiro. Aqui e diferente. TUDO acontece no verao. Todas as bandas, os filmes, as colecoes mais bonitas nas lojas, as edicoes mais legais das revistas. O pais acorda e, por tres meses, voce vive intensamente, usa roupas coloridas e escuta os passarinhos quando acorda. Nao e exagero. Na minha geladeira tem um envelope branco com a palavra TICKETS escrita bem grande em vermelho. Hoje chegou Grizzly Bear pelo correio, ja ta no envelope. La dentro tem Ryan Adams, Modest Mouse, My Morning Jacket, Fleet Foxes, Ting Tings,Wolf Parade e Radiohead. A lista nao acabou, e o que eu chamo de "slow motion festival" vem de la direto pro TWM =)
***School's on for summer!

A pessoa que vos fala decidiu se entregar e aprender a escrever marromenos bem em ingles, dada as circunstancias. Comeco essa semana o curso de Cultural Journalism na Emerson College, a faculdade de comunicacao mais legal dessa area do pais. A escola e linda e tem uma radio independente com programacoes beem interessantes, a WERS. Escolhi dois cursos: Punk Rock & Underground - vai ser engracado, ja que nao e a minha especialidade, digamos assim. E New Media Arts Coverage, voltado pro "desenvolvimento e futuro da comunicacao online". Te cuida, Twitter!
Tuesday, May 20, 2008
L.A.- Los Felizes e Skylight
Em L.A um dos meus passeios preferidos foi a Skylight, livraria fofa no em Los Felizes, bairro delícia e pouco turístico.
Ela fica embaixo de uma árvore enorme, é pequena e tem uma cara de lugar antigo e meio bagunçado.Além do atendimento ótimo com vendedores que conhecem tudo na loja, e livros e revistas que só vi lá, ela tem a divisão de assuntos das revistas mais especifica e engraçada que eu já vi.
Alem das seções “básicas”feminina, masculina, fitness, musica, atualidades, etc, havia divisões como Feministas e Political-Gay, por exemplo.
* Foi na seção de Sex Industry que eu achei uma revista americana que tinha a Bruna Surfistinha na capa. (Spread- me recuso a por a foto aqui).
* Os funcionários da Skylight tem um blog divertido, meio caótico, com a cara da livraria (“Comments and insight from people that spend a lot of time underneath a tree surrounded by books.”)
* Passeio bom em Los Felizes pode começar com almoço no Fred 62 ali do lado – lanchonete/restaurante super tradicional com comida boa e garçons com camisetas com frases engraçadas. eles também são tipo "engraçadinhos" Nosso garçom por exemplo, ofereceu uma mesa do lado de fora pra gente (eu e minha amiga Mariana). Depois que sentamos vimos que nas costas da sua camiseta estava escrito “lesbian sit outside”.
* Depois do almoço e de uma olhada na Skylight, a parada tem que ser no Pinkberry- que só tem 3 sabores (café, natural e chá verde) e é o melhor frozen yogurt do mundo.

Yeah. Gotta love L.A.
Tuesday, May 13, 2008
Monday, May 12, 2008
Coachella- imagens póstumas
Monday, May 05, 2008
OMG, whatever, etc.
*Depois da overdose de musica, fugi pro cinema. Fui ver "Baby Mama", comedia escrita pela Tina Fey, com ela e a outra doida do SNL, a Amy Pohler. E o filme e MUITO engracado. Passei reto pelo meu proprio preconceito "chick flick" confiando no gosto dela, e deu certo. Ao contrario das comedias stoner, ou das exageradas, ou das 3 ultimas do Will Ferrell, a historia e ate que bem realista e as piadas sao boas. Daquelas que voce se pega pensando um tempao depois e ainda da risada (eu rio sozinha ate hoje quando penso no Napoleon Dynamite dando comida pra lhama de estimacao, a - outra - Tina). Vale a mencao honrosa pro personagem do Steve Martin, o chefe inspirado cheio de insights valiosos. De rabo-de-cavalo.*Twittei o link pro trailer do "Joy Division - The Documentary" mas nao dava pra nao postar no blog e ter certeza de que todo mundo ficou tao ansioso quanto yo.
*A Rolling Stone, com as meninas do The Hills. Essa foi a materia de estreia - e de capa - do jornalista Jason Gay como editor da RS. Eu achei que deram uma colher de cha pra ele. The Hills, ate eu! 
*Quando a Jenny Eliscu da LOC comentou ontem sobre a Fleet Foxes ser o novo buzz da Subpop, claro que me deu vontade de ir atras e ver qual era a da banda. Nao sei se foi o nome deles - que eu achei moderninho, sonoro - ou a palavra "buzz", mas eu tinha quase certeza (uma certeza, assumo, desanimada) que o som deles estaria no combo dance-rock que rola atualmente. Mas ai eu me surpreendi!
(nota em off: Eu gosto de analisar musica nova atraves do jeito que ela faz me sentir, ao contrario de gente mais entendida do assunto que consegue ler a qualidade da banda atraves da linha de baixo. Nesse caso so uma viagem metaforica descreve o som dos caras, nao me achem esquisita. Obrigada.)
A Fleet Foxes me levou pro outono que eu visito quando escuto Midlake, passou pela era renascentista que a Natasha Khan do Bat For Lashes adora, me fez sentir aquela nostalgia retro meio nonsense que rola com Pet Sounds e terminou com uma admiracao que eu tenho pelo Grizzly Bear - aquela que a gente sente quando sabe que a coisa e boa mas nao tem a menor ideia do porque, dada a complexidade do negocio.
O review do Pitchfork deu a nota 8.7, coisa meio rara por ali. Os Fleet Foxes tocam aqui em Boston em julho, com todas as outras bandas que voce pode imaginar (sim, Radiohead tambem) - verao e epoca de gastar dinheiro com show. E ao contrario do Ryan Adams, o deles ainda deve ser baratinho.
Wednesday, April 30, 2008
terceiro e ultimo.
Em tres dias eu ja pensei e repensei no que escrever sobre o ultimo dia de festival. Ate tinha desistido de postar alguma coisa, porque a cobertura da Fe ta legal, informativa. Mas tem umas coisinhas que nao vao me deixar em paz se eu nao botar no "papel", porque volta e meia to pensando nelas de novo. Vamos aos pontos.
Autolux

Reverb-festival com o MMJ
*Justice, Justice, Justice, Justice!!









