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Thursday, July 16, 2009

Funheaven

Funheaven, nesse sábado. Mais infos aqui.

Wednesday, April 08, 2009

Funhell only girrrrrls

Hoje eu toco na Funhell. Um set- Coachella -inspired. Eeee. Vamo vamo!

Sunday, November 23, 2008

The most, the most, the most

* Sem parar é a melhor definição do que foi o feriado.

* Começou com um show do Duran Duran que me fazia perguntar WTF am I doing here. Engraçado como o público era uma mistura de fãs old school e moçada nascida do meio pra frente dos anos 80.
* Um pouco de vergonha alheia do look congelado no tempo da banda, mas oquei. Era previsto.
Simon meio Gugu Liberato, meio Roberto Leal.
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* Parenteses pra Vai! no Glória. As fotos no flickr da galere falam por si só.

* O NOISE deixou todo mundo sem saber o horário do line up até a última hora. O que obrigou a gente a chegar cedo e ouvir coisas ruins num espaço ainda mega vazio.
A coisa esquentou rápido com Black Lips. Eles realmente estão mais comportados (no show que eu vi do Coachella desse ano eles puseram fogo na guitarra), mas ainda rolam uns auto-cuspes (o vídeo explica) e um p. show, que só terminou rápido porque eles foram expulsos do palco pela organização, preocupada com o horário mega rígido- mala.

* Helmet fez a galera delirar e lotou o espaço do palco principal. Mas só me fez perceber que por mais grunge que eu já fui, minha afinidade musical mudou dos meus 14 anos pra cá. E que eu canso quando o vocalista da banda quer conversar demaaaais.

* Toda a cara fofa da Frances do Vaselines não combina com o quanto ela é desbocada. Ela e Eugene apresentaram Monster Pussy e Molly Lips falando das claras referências sexuais das letras e riam o tempo todo. Eles estavam se divertindo quase tanto quanto a gente.
O Stevie- Belle & Sebastian- apesar do terno e da carinha de mais sério ainda animou e foi pra balada "bar secreto" depois.


* Eu já estava no clássico MODE pijama- sono- bono de chocolate- revistas na cama e acabei terminando o domingo com show surpresa do Black Lips agendado de última hora no Astronete. Show pequeno e inferninho lotado apesar da banda razoavelmente comportada.
Adivinha se não perdi o sono.
As 2 versões de Oh Katrina- No Noise e no Astronete- aqui.

Wednesday, November 12, 2008

Na Capricho

* Comecei a "colaborar" com o Lúcio Ribeiro pra coluna dele da Capricho.
Porque eu adoro a revista, li a adolescência toda - desde que era a "revista da gatinha" e tinha a Piera nas capas- e porque queria deixar minhas priminhas orgulhosas. ( e porque ele me chamou, óbvio)

* A primeira coluna é essa aqui, que saiu semana passada. Eu falo um pouco do Cobrasnake (que "descobriu" a Cory Kennedy, que a Thais escreveu ai em baixo) e das festas de 15 anos.

* Aliás, sim, às vezes eu tenho 15 anos.

Thursday, October 09, 2008

Johnny Flynn ao vivo

Em um Clash ainda vazio, Johnny Flynn - eu tinha escrito sobre ele no no donnuts - subiu no palco, bem modesto, se apresentando e dizendo que ia tocar "a few songs" pra gente antes do Young Knives.
Os 25 anos que parecem pouco quando a gente só ouve a voz forte dele, pareceram muito quando o menino subiu no palco e mostrou o rosto de - perfeitos - 18 anos.

Mesmo sem banda, sozinho com seu violão Johnny preencheu o Clash com seu folk lindo e suas letras românticas. E olha que gato desse jeito, nem precisava cantar tão bem.

Essa é The Box, minha favorita.

Sunday, September 28, 2008

Absolutely Wasted

* Enquanto o mundo (leia-se paulistada de espírito jovem animada) via Justice, eu tomava soro no hospital.

* Nada grave, mas descobri que eu fui acometida pela Justice Live Curse. Ou, em terras tupiniquins, Maldiçao do Justice Live.
No Coachella, comecei a passar incrivelmente mal 15 min antes do show. 
Essa semana vi o DJ set private na festchinha de 4a, mas minha expectativa era para o Skol. E ontem acordei com uma virose daquelas. Tipo, impossível ir em qualquer show, nem que fosse no hall de entrada do meu prédio.

* E dado que a a outra autora desse blog mora do outro lado do equador, o TWM não vai comentar o Skol Beats (o que com certeza não vai fazer falta nenhuma). Só agradeço aos amigos que disseram que o Justice nem foi tudo isso e que foi até meio xoxo.

* Enquanto me recupero da minha ressaca de Dramim+ Buscopan+ Novalgina+ Soro, dei uma atualizada em tudo que eu tinha perdido nos últimos meses, e achei esse vídeo.

Minha banda da vida dos últimos 3 anos, com um dos meus ídolos de adolescência.
Eddie Vedder não mudou em nada seu estilo anos 90. Não correu atrás do Hype, não fez nenhuma música electro, nem começou a vestir Skinny jeans. E pra mim está cada vez melhor (com exceção do corte de cabelo).
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Slow Night So Long: Kings of Leon + Eddie Vedder

Thursday, September 25, 2008

We are your friends

Há uns meses um amigo meu, daqueles melhores amigos de séculos, brother, me falou que queria abrir um bar, com outro amigo, um francês gente boa.

Quando perguntei o nome do Bar ele falou que não queria nome. Como boa publicitária perguntei como a gente ía divulgar, e ele falou que não queria divulgar nada. Que na verdade queria que fosse quase um segredo.
E quando eu perguntei quem ía tocar e frequentar então, ele falou "os amigos, Fê. E no máximo os amigos dos amigos".

A primeira coisa que eu pensei foi que se bobear eu ainda ter que emprestar dinheiro pra ele. Mas depois caiu a ficha que ele não costuma fazer besteira.

E ontem 2 amigos franceses tocaram. Um tal de Gaspard e um outro, Xavier.

Sunday, February 04, 2007

CLASH


Bem legal a CLASH, baladinha que inaugurou na última quinta feira.
O lugar é um galpão enorme todo preto, com mezanino e uma área aberta, com aquelas cortinas de veludo vermelho que deixam tudo lindo. O ligar é para até 1000 pessoas. Ninguém fica apertado.
O som começou com um Rock Pop bem escolhido, com várias do Clap your Hands, Peter Bjorn, etc. Depois entrou o Paulinho Boghosian com house, que acho que é o que vai tocar as 5as.
Fica na Barra Funda, o bairro das novas baladas Rock n' Roll de SP.

Saturday, November 18, 2006

Imagens valem mais que palavras

Underworld- festa do Sirena


New Order- São Paulo

Tuesday, October 31, 2006

Ainda em Helvetia


Na mesma festa de sábado, na tenda da Pacha o cunhado da Sandy (fulano Lima) tocava violino.
Ecletismo é tudo.
Eu não aguentei e tirei essa foto de um figura imitando ele tocar.



Bang Bang


Apesar de eu não ter aguentado ver o Daft Punk no domingo, eu ainda sou filha de Deus e meu fim de semana foi legal.
Fui para a festa de Helvetia no sabado, vi Audio Bullys (e também Satoshi Tomiee e Armand van Helden, mas esses eu não lembro muito).

Amei Audio Bullys.

E descobri que tendas podem ser lindas e parecer ovnis

Tuesday, October 17, 2006

Relato De Uma Navegante

Achei que meu feriado no House Ship ia dar muito "pano pra posts", mas o balanço geral é curto.

Primeiro, confirmei que navio é cafona mesmo. Desde o fato de embarcar num cruzeiro até e principalmente a decoração do próprio. Tão, mas tão cafona que fica legal. Os refeitórios com lustres de falso cristal e enfeites grudados na mesa (é tudo grudado porque balança né), as salas do Cassino com paredes encarpetadas, a biblioteca com cristaleiras com garrafas de licor em cima de toalhas de cetim... tudo muito, muito bom.
Não só o navio é surreal, mas a galera desse evento específico também era estranha. Não tinha só a juventude dourada das baladas vips do mundinho, mas também umas figuras estranhas, desde celebridades big brothers, tigrões fingindo ter 20 anos, e moçoilas esquisitas.

Mais um confirmação de ordem pessoal: meus 28 anos pareciam 50 lá e minha apreciação por música eletrônica não foi suficiente pra me manter highlander na balada junto com os outros 769 loucos incansáveis que dançavam com o mesmo pique as 0h ou as 11h.


Uma constatação importante para quem pretende embarcar num navio: balança mesmo viu. Na balada todo mundo parecia estar mais breaco do que o normal porque ninguém mantia muito o equilibrio.
O que eu mais gostei foi que balada móvel em alto mar é até mais legal que balada fixa em alto mar (ilhas) ou praia. É muito bom você estar ouvindo um som e dançando feliz cercada de água sem avistar terra por nenhum lado. Inclusive fazer qualquer coisa com esse visual fica legal. Até bike na academia eu fiz porque a parede era de vidro.


Resumindo, fui achando que ia ser mico, mas me diverti.
E o único arrependimento: deixei pra depois e não tirei minha foto Kate- Winslet-de braços abertos- Titanic.

Sunday, October 01, 2006

VMB 2006

A premiação do VMB a cada ano dá mais sono. Esse ano foi pelo excesso de textos e shows ensaiados demais, pelo excesso de Pitty, pelos shows muito chatos, tipo Caetano, pelo discurso vazio do Cazé “vamos se revoltar contra a corrupção” e pela falta de espontaneidade geral. Eu achei tudo tão ensaiado e previsível que me senti quase no Criança Esperança.

Já a esperada balada do VMB...mesmo os amigos que são anti-deslumbre em torno de celebrities não podem negar que o divertido da festa da MTV era a mistura máxima de tipos. A tantas da manhã você ver o João Gordo batendo em alguem, ou cruzar uns malucos com máscaras tipo do Jason (era alguma banda de rap que não lembro o nome e dava medo), ou ver uma fila de meninas disfarçando pra chegar perto do Caetano. Ou se ver trocando cotovelada com o Toni Belloto para pegar bebida no bar. Mas desde que inventaram a área Vip, rolou um apartheid e tudo perdeu um pouco a graça. A balada virou só mais uma festa legal, com muita bebida, comida e som bom, onde a gente encontra vários amigos antigos. That’s it. Mas ainda dá pra se divertir.


Show do D2. Foi o melhor.

Saturday, September 16, 2006

Notionless

Como assim o Motomix que está planejado há meses foi cancelado (ou no mínimo terá lugar alterado) HOJE, por falta de alvará da prefeitura???
Pro público ninguém liga muito no Brasil, mas fico imaginando como explicaram pro Franz Ferdinand porque o show deles pode não acontecer.
tag: ,

Thursday, September 07, 2006

Gang of Four



no , sob "luzes Campari".
Cardigans foi antes e deu sono.

Wednesday, September 06, 2006

Love this freedom

Feriadão, frio repentino impressionante, Gang of Four no Campari Rock hoje a noite, nem idéia do que vou fazer nem pra onde vou amanhã.

Wednesday, August 23, 2006

Chopperia Liberdade


Eu não ía falar nada da Chopperia Liberdade porque já tá meio na moda falar de lá, mas não consegui me conter. E tambem tô sem outro assunto. Então vou falar pouco.
Sim, parece que vc tá em um filme.
Não, o filme não seria Lost in Translation, que tem japas meigos. E sim Kill Bill. Que tem japas do bem mas tambem serial killers.
Não, não tem só galera cool. Tem de tuuuuudo, de todas as idades, roupas e idiomas. Por enquanto. É melhor ir conhecer logo, porque se bem conheço SP, logo mais os cooooools assustam os "normais". Ou "não-cools", pq ninguém lá parecia exatamente normal.
Sim, é muito louco e tem tudo ao mesmo tempo agora: Abajures japoneses, globos de discoteca, mesas de sinuca, Karaoke (que toca de Wando a U2 com legenda em japonês), churrasco, sushi, máquinas caça-niqueis, aquários, quadros com água e mais algumas coisas.
Pronto, falei.

Sunday, May 14, 2006

Skol Beated Me


O que a gente não é capaz de fazer pra ouvir ao vivo uns malucos gritando “Psychosomatic addict insane!”?
Após uma muvuca na entrada do Anhembi de gente espremida na grade sendo empurrada por ambulâncias e policiais montados em cavalos que faziam suas necessidades entre nós sem cerimônia, entrei no Skol Beats umas 22h.
Fazia um friozinho que não dava muita vontade de beber cerveja gelada- a única opção da noite por motivos óbvios.
No meu primeiro rolê pelo lugar fiquei impressionada com o alto astral que reinava no trio da Deize Tigrona.
Lcd Soundsystem foi divertido. James Murphy em fúria, gritando pra caramba, teve um ápice com “Tribulation” e tocou uma “Daft Punk is Playing at my House” diferente do CD e menos dançante.
E foi no fim desse show que eu tive a infeliz idéia de sair do Live Stage e ir em direção ao resto da festa. E juntinho comigo, todas as outras 59.499 pessoas presentes estavam fazendo o mesmo trajeto. Foi o maior arrastão que eu já fiz parte involutariamente na vida. (Não que eu tenha participado de outros voluntariamente). As pessoas eram literalmente levadas pela onda de gente em um empurra-empurra e gritaria que durava uns infinitos 10 minutos.
Passado o corredor da morte, o resto de mim conseguiu chegar na The End com o Timo Maas tocando muito, ao lado da DJ Mag com o D’Allanese animadíssimo e quebrando tudo também.

E da-lhe voltar correndo pra ver o Prodigy! O Prodigy lotou a área do Live Stage, a ponto de eu só conseguir assistir o show quase na parede do final do Anhembi, com 2 pilares gigantes na minha frente sem visão nem para palco nem para os telões. A galera delirava, fãs de verdade. A gente até tinha que agüentar umas rodinhas hardcore sendo abertas no meio da multidão pra galera dançar se batendo nos picos de histeria.

Apesar do cansaço, da dor da minha unha encravada destruída pós-corredor da morte e dos meus óbvios 63 anos de idade pela disposição que eu estava, como sempre acontece nos bons shows, voltei aos meus 28 e tudo valeu a pena ao ouvir saindo da boca do Keith Flint: “I'm the trouble starter...”