Thursday, May 06, 2010

Girls covers Daniel

Entre as dezenas de covers do Daniel Johnston que fiquei vendo enquanto escrevia o post abaixo, essa cover do Girls é uma das mais fofas.

* O Girls toca na Popload Gig em Junho em SP, Rio e POA.

Monday, May 03, 2010

True love will find you in the end



*Se eu fosse resumir a vida do Daniel Johnston, sem entrar no mérito da importância dele para a música, eu falaria que Daniel Johnston foi uma criança absurdamente criativa e lindinha, daquelas que a gente pensa que poderia ser nosso filho.

Virou um jovem engraçado, artista e meio esquisito, daqueles que a gente poderia ter de amigo.

E como adulto, um compositor genial. Apaixonado e carente. Louco e consequentemente com um grande potencial para fazer cagadas na vida. Mas as vezes ele ainda parecia a mesma criancinha fofa. Só que triste.

* Daniel ficou muito tempo internado. Hoje em dia ele faz shows pelo mundo em fases em que sua saúde mental está mais estável. Ele cantando "True Love...", há 2 anos em Washington DC.:


* Os desenhos dele são capas das K7 originais que ele distribuía, viraram exposições, brinquedos e Kurt Cobain e mais um monte de gente usou no peito:



* Durante o documentário "The Devil and Daniel Johnston" sobre a vida dele, a gente fica com muita pena por essas doenças de cabeça existirem.
A gente tem vontade de pegar ele no colo e de decorar todas as letras de músicas apaixonadas que ele escreveu na vida. E de pendurar todos os desenhos dele na parede de casa.

Saturday, April 24, 2010

Faith No More @ Coachella 2010

* SIIIIIM, eu saí antes do fim do super show do Hot Chip pra ver o Faith no More DE NOVO.
E vou sair de qualquer show pra ver Faith no More o resto da vida.
Toda vez que vejo eles eu morro de alegria.

* Mesmo nos EUA, onde o público não dá a menor bola para eles e o show acaba sendo bem menos empolgante do que os do Brasil. O próprio Mike Patton perguntou para a platéia se estava tudo bem.
O bom desse pouco caso é que o Main Stage ficou incrivelmente vazio comparado com outros shows nesse horário e dava pra ver o show de pertinho (aconteceu a mesma coisa no Pavement).


* E porque eu sou uma menina de muita sorte, dos 4 Coachellas que eu fui, em 3 deles vi show do Mike Patton. Em 2007 com Peeping Tom, em 2009 com Hazel e esse ano, sonho da vida, com Faith No More.

(Os videos dos shows do Mike Patton nos anos anteriores estão nos posts com tag do Coachella)

Friday, April 23, 2010

Coachella 2010- Day 1


* Céu azul, horizonte limpo, vista dos topos das montanhas lá longe com (inacreditável) neve, restaurantes da pacata Palm Springs com público de média etária de 76 anos, ar seco de doer, carros conversíveis sendo guiados por velhinhos de chapéu.
Palm Desert, Palm Springs e Indio continuam iguais.

* Mas meu 4o Coachella começou com o susto do trânsito pra chegar e das muvucas nas tendas, chatices causadas por um público 25% do que no ano passado, pelo que ouvi lá.

* Nem sou tão fã da Zooey Deschanel, mas ela é linda mesmo e sua voz segurou o Outdoor Stage.



* Dos shows já esperados, Passion Pit fez o que pôde com um som completamente errado, absurdamente baixo. LCD ótimo mais uma vez, mesmo saindo de uma tenda e indo para o muito mais difícil Main Stage.



* Supresas boas do dia: Calle 13 e The Specials. Envelhecer bem é uma arte.



* No 1o dia eu me irritei com a lotação e falei que era meu último Coachella. Mas no 1o show ao ar livre, com o sol no fundo e o povo todo feliz, eu já engoli a birra e mudei de idéia.Uma coisa que eu adoro do Coachella é a educação das pessoas.

* Mesmo com a lotação desse ano, é muito difícil ver uma briga, assalto (eu nunca vi) ou alguém sendo mal educado. talvez por ser California, onde todo mundo sorri e toma sol, talvez porque a maioria das pessoas viajou algumas horas de carro para chegar, no meio do deserto, e quando chega lá só quer ser feliz.

Monday, April 12, 2010

Sunday, April 04, 2010

NY- Tim Burton Fail e brunch



Se vc tiver em NY e quiser ver a exposição do Tim Burton no Moma, RESERVE antes online. Senão você não entra e vai embora com cara de bobo.

Se isso acontecer e for um domingo, vá tomar um brunch no The Wright, restaurante novo do Guggenheim.
Eu fiquei olhando os pratos de todo mundo e pra mim os melhores foram:

O sanduíche de Salmão no pão integral com salada

eggs benedict:
Quando você conseguir não olhar para os pratos lindos, repare nas linhas recortadas do teto e leia a cartinha que vem junto com o cardápio que explica a inspiração do arquiteto Andre Kikoski para fazer o lugar.

Site do The Wright com fotos e cardápio aqui.

Tuesday, March 30, 2010

Minha Mixtape no Don't Touch My Moleskine


A Dani Arrais, do Don't Touch My Moleskine que é um dos meus blogs preferidos me convidou pra fazer uma mixtape. Eu escolhi como tema viagem de férias. E lembrei das fitas k7 que eu gravava na adolescência. Quem quiser ouvir, tá aqui.

Saturday, March 27, 2010

choco chics


Chocolates do Whole Foods Market.

As embalagens são lindas e cheias de desenhos e histórias fofas sobre o produto, como ele foi feito, por quem, de onde vem o cacau orgânico, etc.
Dá aquela sensação que foram artesanalmente produzidos um por um, por uma vózinha numa casa de campo. E que nem engordam.
Resultado, eu compro um monte. No fim das contas os 2 primeiros que vem em caixas são bem ruins. O de baixo é uma delícia. Quando eu experimentar as balinhas eu conto.

Monday, March 22, 2010

amiga que gosta da gente

A Renata Simões, apresentadora do programa Urbano do Multishow (e gente boa e linda) indicou a gente em uma entrevista para a revista da TV do jornal O Globo de ontem, domingo. Olha que fofa.
(Quem viu e me mandou foi a Flávia Durante, dona da festa Make Me Up que acontece na Alley e vai aparecer no Urbano)

Sunday, March 07, 2010

The September Issue, o doc

* Quando acabei de ver September Issue- doc sobre a realização da edição de setembro daVogue America- minha primeira reação foi me arrepender de jogar fora todas as Vogues de setembro que já tive. Porque elas começam a ser feitas mais de 6 meses antes. Muita gente sofre. E muita foto linda não é usada.

* O filme tem umas breve tentativas de mostrar o lado humano, as motivações, os momentos de tédio, além das grosserias já famosas da Anna Wintour.

* Adoro quando ela conta que se identificou quando o pai, que era um jornalista brilhante, contou que se aposentou cedo porque ele ficava muito bravo e nervoso no trabalho. Parece uma tentativa de se redimir de ser tão difícil e dura. Mas só parece.

* Outra cena legal é quando alguém da revista fala que ela realmente não é acessível, mas que ela é Anna Wintour, não precisa ser acessível. Realmente, a única pessoa não famosa que fala com ela durante o filme fora poucos funcionários diretos da Vogue é a filha dela (que até já é um pouco famosa).

* O mais louco pra mim é imaginar que ela pode, talvez, NÃO ter controlado e manipulado completamente a edição desse documentário. Dá pra imaginar Anna Wintour sendo filmada e mostrada sem sua própria aprovação e controle total? Difícil. Mas é isso que ela e o diretor falam aqui:

* O filme começa com Anna explicando que quem critíca a moda é porque fica inseguro e tem medo desse mundo. Eu adoro. Mas tenho medo dela.